É difícil ao Militar Estadual praticar o Evangelho
É difícil ao Militar Estadual praticar o Evangelho.
Pois o Militar Estadual, é obrigado a cumprir com todas as Leis Administrativas, das esferas Municipais às Federais, tornando difícil para ele adaptar-se, integralmente, ao modo social Politicamente Correto (aceitar a todos os costumes sociais, como se normais fossem).
Além de ser um conhecedor e cumpridor dessas Leis, ele tem a obrigação de fazer “uma faxina moral” (mesmo com ninguém a praticando) na sociedade do Estado de São Paulo , onde a sua população é multifacetada, decorrentes das migrações populacionais dos demais estados brasileiros, e também de estrangeiros.
Obrigando o Militar Estadual conhecer a etnografia (costumes sociais) dos migrantes, também multifacetada, que por este Estado aportaram, os quais são bem tolerados, pela população local, desde que não prejudique a convivência social.
A Constituição Federal de 1.988, baseada nos Direitos Humanos, garante essa liberalidade, tendo o Policial Militar Estadual a obrigação de ofertar a sensação de Segurança a todos.
Após promulgada a Constituição brasileira, gradualmente o modo social Politicamente Correto foi implantado na sociedade paulista, incentivado pela Mídia.
O termo Politicamente Correto é usado para descrever expressões, políticas ou ações que evitam OFENDER, EXCLUIR E/OU MARGINALIZAR GRUPOS DE PESSOAS, vistos, até então, como desfavorecidos ou discriminados, especialmente grupos definidos por gênero (devido a sua, orientação sexual) ou cor de sua pele - wikipedia.org.
A real função do Militar Estadual, na Sociedade Paulista, é depurá-la, tirando o “lixo social” que ela própria produz, que recebem a denominação genérica de Infratores Legais, modernamente, pelo modo social politicamente correto, passou a ser a minoria anti-social, que merece a proteção Estatal.
Uma vez que o Militar Estadual, após aprovação em concurso público, é convocado a aprender a sua função administrativa, em um ambiente à parte da sociedade civil, para praticar e aprender, por meio de inúmeros ensaios laborais, todos supervisionados, embasados na sociologia e na etnografia da população paulista, para saber como agir legalmente, em alguns dos vários embates sociais, que ocorrem frequentemente, no convívio social.
Que serão sanados por sua ação pessoal, pois se tornará no Agente Público Policial Militar Estadual, de Nível Superior, tendo a obrigação legal de intervir, para o solucionar, ou para orientar os envolvidos, a fim de sanar ou amenizar o problema surgido.
Tudo sob a ótica dos Direitos Humanos.
Imagine então este ser humano, se tornando Evangélico, vendo alguns “irmãos” praticando, sem nenhum pudor, atos ilícitos, descaradamente, no ambiente religioso, onde é propagado o dever moral do “crente” confessar os seus erros? Eu, desde que me tornei evangélico, jamais vi tal prática.
Só observo os escândalos virem a público, quando alguém idôneo, testemunha tais atos nefastos e mesmo assim, muitos frequentadores questionam se o denunciante é de confiança.
Pois existe o costume, entre os líderes, de tratar tal testemunha, como se ela tivesse cometido a falta apontada. Graças a Deus que a ELE pertence a vingança, que eu ainda não observei, mas creio que ela ocorrerá, em algum momento, talvez, antes da vinda de Jesus Cristo!
É um reflexo da sociedade brasileira na Instituição Religiosa, devido à morosidade administrativa do Poder Judiciário Estatal.
Que diante da ameaça norte-americana, se mostra operante contra o crime organizado, prendendo alguns “laranjas”.
No Brasil tem evoluído a sua participação, graças a movimenta o Poder Judiciário brasileiro, eficazmente, somente após a visita diplomática do Ex-Presidente Norte-americano Barack Obama (19 e 20/03/2.011), ao Brasil, causada por uma negociação corrupta do Governo brasileiro, durante a aquisição no ano de 2.006, de uma refinaria de petróleo, existente na cidade de Pasadena, no estado do Texas.
A Mídia oculta tal informação, para minimizar a magnitude desse empreendimento. Já que tínhamos o Petróleo; e agora, se não fosse a corrupção, a nossa própria refinaria.
Sem mencionar os encargos trabalhistas que deveriam ser pagos, agora, pelo Brasil, aos empregados daquela refinaria. Mas, mesmo assim, valeria a pena, o petróleo e a refinaria seriam nossos, projetando um futuro promissor, para se lucrar com a locação daquela Usina aos demais países que, como o Brasil, todos do Terceiro Mundo, que só podem negociar o produto bruto.
Me fez recordar de uma tese, de há muito, divulgada no meio acadêmico brasileiro: eu, como brasileiro, sofro do Complexo de Vira-lata (quem sofre desse complexo tende a acreditar que o Brasil, sua cultura, seu povo e suas realizações são inferiores aos de outras nações - wikipedia.org).
Mesmo tentando cumprir com as Leis Administrativas, prevalece a Hierarquia Militar, onde o agente superior pode menosprezar os atos do seu subordinado.
Prevalece um antigo adágio popular “burro bom; carga nele”!
Tudo isso acontecendo e eu aqui “dormindo em berço esplêndido”!
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